Me arranque de casa, me prenda, me execute, mas morrerei com honra
Se olhe no espelho e veja meu reflexo em seus olhos
Me espanque até a pele ficar em carne viva
Mas enquanto meu coração tiver ainda alguma força
Me ouça, não em gritos, mas em prantos pelo que nos faz passar
Meus olhos embanhados não são mais de dor
Mas de tristeza por ver um desumano onde chegou
Meu pranto é por saber que você não se importa
Minha ira não é de foice ou de pistola
Mas por saber que sua retórica vã eleva o pior animal que temos dentro de nós
Já desisti da paz
Já desisti da serenidade
Só espero que esses quatro anos tenham dias contados
E que hora ou outra alguém de bem promova o bem em qualquer nível
Mas que pelo menos entenda o que é o amor
"Quando de longe, com óculos pouco embaçados, começo a perceber a beleza das gotas do orvalho que se montam lentamente enquanto banho meus olhos em vida e marco minha vida com a lágrima cristalizada que se encrava ceifando a alma de meu coração pulsante..."
domingo, 16 de dezembro de 2018
Arranca as moedas do bolso, não preciso dele mais
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