O passo, o medo, a descoberta de um novo que não se manifesta na realização pastoral de um método ineficaz. O que orienta a razão é o discípulo de um mesmo mecanismo de desentendimento com alunos covardes, estranhamente e esperadamente covardes. Nada, nada mesmo, nem um poste no meio da estrada com mais mariposas que luz, é suficiente pra refazer a estrada.
O espaço entre nós dois é, por demais, o contorno que tento evitar. Um estranho medo me apraz, me emoldura, me expõe. Quanto é a paz que se joga como tinta num fresco quadro ainda sem estampa. Quanto mede o horizonte, o medo ou o mar?
Ah, quanta paz, quanto prazer, quanta dor, confiança na dor do conhecimento vão e vil.
Quero que saibas, mesmo que isso te mate, mas quero. Sou tão eu quanto aquele que chorava por um gole de leite materno, tão eu quanto o velho que se prostra na cama empoeirada sob efeito de aparelhos e medicamentos pré-morte, de um irremediado senhor que se morre, só se morre.
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