quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Sobre a fidelidade fora dos sonetos

De tudo ao meu amor serei atento antes, e amo, e penso, que se um dia você some meu mundo se destrói. Obrigado pelas palavras de carinho, por me abraçar no seu colo, por me oferecer café e por todo cafuné. Com tal zelo e sempre e tanto, que te guardo comigo, dentro d'alma, que derramo meu pranto contigo e com você eu rio meu riso. Não é, pois, infinito esse amor, posto que é chama, mas enquanto durar, e que dure eternamente, sofrerei com a agonia da distância que a solidão me provoca, mas só até a próxima ida ao clube, como nos tempos de outrora, que me tanto fizeram feliz e me alegram a cada lembrança. Te amo tia Eliana. Parabéns.

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