Ao redor de um elétron pode existir e orbitar uma micropartícula tão pequena ao ponto de não a detectarmos, onde nessa partícula podem existir civilizações extremamente complexas e inacessíveis a nós.
Assim como o sol pode ser um mero elétron para civilizações maiores que não têm tecnologia para detectar um sol tão pequeno e uma terra minúscula ao ponto de não ser detectada por eles.
Os menores que nós, chamamos Miilins, os que não nos detectam, por sermos muito pequenos para eles, chamamos Maalons.
Chamamos de humanidades distintas, com estruturas evolutivas diferentes. Os Miilins são de pele escura esverdeada com dois tufos na testa. Os Maalons são amarelados num tom também ligeiramente escuro, quase marrons, mas o amarelo ainda é nítido.
Como as regras da física para cada um deles é diferente, eles mantém habilidades que desconhecemos. Como por exemplo o fato dos Maalons terem a capacidade de se comunicarem via pensamento e não possuem estruturas vocais. Enquanto os Miilins verbalizam com uma voz rápida e aguda, em idiomas a nós ininteligíveis, mas nitidamente percebemos que eles se compreendem.
De alguma forma essas civilizações, ainda que não ser encontrem ou se conhecem em troca de informações e dados, elas estão interligadas a um todo em que seus elementos estruturais daquilo que entendem como universo são essenciais de um para o outro.
Nossos satélites nunca detectarão esses seres, porque são muito grandes para uns e portanto não conseguem notar o todo, como a formiga que nasce num parque e nunca saberia que existe vida além do parque, e muito pequenos para outros, que só nos perceberiam com uma tecnologia muito avançada, que seria mais potente em mil vezes que um microscópio nuclear.
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