Histórias hipócritas de um ser que se mostra, por demais, atrás da máscara lúdica de não se deixar chorar.
Lábios se rangem em dentes de falso mostrar. Maçãs propositalmente tensionadas para demonstrar que sou o que queria que eu fosse. Piadas nada são além de máscaras tristes, de um Pierrot que nem deixa terminar de escorrer a lágrima tatuada sob o olho esquerdo.
Sem paz, sem vida, dignidade corrompida. Olhares falsos de um caloroso abraço de misericórdia que faz escorrer e reluzir a cor viva da morte no pano estupidamente branco da camisa mal passada.
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