quinta-feira, 17 de março de 2016

58. Sentidos

O destino de um amor que se destila nos olhos é a alma que se toca em uma vibrante luz verde. Nos malfadados encontros é que se desilude uma inusitada paixão. São traços de um cantar que encanta e de um canto no despertar da esquina de um quarto escuro. São respirações ofegantes e gemidos incontroláveis. São mares e oceanos de uma incontrolável solução de falsos conflitos. Nada no olhar de uma emoção é tão sensato ao ponto de me fazer mudar de opinião. Sou o tempo que se entristece ao passo largo de um caminhar vão.

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